Resultados OSB

História de Pacientes

História de Gerusa

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altGerusa, uma menina de 11 anos da cidade de Itapajé, que fica a 3 horas de distância de Fortaleza, cativou a equipe mesmo antes de iniciar a triagem.Ela conversava com todos e nos ajudava com o fluxo de pessoas, organizando quem estava vindo e indo pelos corredores. Quando ela chegou à estação de anestesia, a maioria dos membros do time falava espanhol e Gerusa decidiu que ela podia também!

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Depoimento da psicóloga voluntária Lenita Balekian

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Participante do programa Internacional de Guadalajara-México em Maio de 2010.

Lenita e uma paciente que quase desistiu da triagem
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Lenita e uma paciente antes de entrar no centro cirúrgico
“O Trabalho foi muito gratificante, fiquei impressionada com a capacitação e empenho das "voluntárias " que participam da missão e apesar das diferenças culturais e de idioma, me senti muito confortável para trabalhar junto a equipe. Aprendi muito com os voluntários locais e dos diversos países que lá estiveram. A carta que esta entre as fotos foi me entregue por uma mãe , que na triagem ia embora porque estava muito estressada com tudo e, assim como sua filha. Quando eu a vi indo embora, fui conversar com ela, e esta mãe acabou ficando até o fim da triagem e foi selecionada para fazer a cirurgia de reparo do palato, a paciente está nas fotos abaixo. Agradeço muito a vocês pela oportunidade de ter participado desta missão!”

Lenita Balekian

Histórias de pacientes - Fred Junqueira

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Desenho deixado por uma paciente na sala da psicologia, no dia de sua cirurgia.

Desenho deixado por uma paciente na sala da psicologia, no dia de sua cirurgia.



Dona Maria das Dores Antonio acordou na manhã do ultimo dia 13 de agosto disposta a tentar sua sorte. Sua filha de 5 meses, Ana Clara, havia nascido com uma fissura labial, o lábio leporino, e Dona Maria das Dores tentava, desde o nascimento, conseguir que sua querida filha recebesse a cirurgia reparadora. Até então ela não havia tido sucesso. Mas na noite anterior, voltando com ela para sua casa, à bordo de um ônibus que cruzava a ponte Rio-Niterói, Dona Maria começou a ser indagada por outros passageiros sobre sua filha e porque ela não a havia levado ao tal “mutirão que está acontecendo no Hospital do Fundão”, ao que ela respondia que havia perdido a oportunidade, pois as inscrições tinham sido só na semana anterior. Ao chegar em casa, o mesmo discurso, dessa vez feito por suas ‘comadres’: “leve ela lá, que mal tem?”, perguntaram.

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Vanessa Teles

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Vanessa Teles -  OSBEu tenho 10 anos. Eu tinha uma abertura no lábio e minha mãe queria procurar ajuda para o meu problema, mas não tinha dinheiro para uma cirurgia.

Então ela soube da vinda da Operação Sorriso para Fortaleza através da Secretaria Minicipal de Saúde. Meu pai me levou até o hospital para o processo de seleção e o esforço deles valeu a pena quando fui escolhida para a cirurgia. Minha transformação trouxe alegria para toda a minha família. Agora posso realizar meu sonho de ser professora quando crescer.

set/2006

 

Francisco Lucas Alves Pinto

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Francisco Lucas Alves Pinto - OSBQuando eu nasci tive problemas para respirar e me alimentar. Minha mãe ficou muito nervosa, pois eu tenho um primo mais velho que ainda não foi operado, e ela conhecia bem as dificuldades que este problema pode trazer para minha vida. Meu pai está desempregado e teve de emprestar dinheiro para a viagem até a cidade onde as crianças seriam examinadas. Agora que fui operado, minha mãe espera que eu possa aprender a falar corretamente. Eu já estou me desenvolvendo melhor agora que consigo me alimentar direito.

set/2006

 

Thais Kelly de Araujo

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Thais Kelly de Araujo  - OSBA mãe de uma outra criança que já havia sido operada foi quem falou para minha mãe sobre a possibilidade de cirurgia. Eu já tinha um tio adulto na família com o céu da boca aberto que nunca foi operado, pois ninguém sabia que podia tratar este problema. Eu já não queria mais ir à escola porque meus colegas me davam apelidos. Minha mãe se sentiu aliviada quando viu muitas outras crianças no hospital com o mesmo problema que o meu. Agora que fui operada meus amigos dizem que eu estou linda. A cirurgia mudou minha vida.

set/2006

 

Maria Fernanda Silveira

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Maria Fernanda Siveira - OSBEu fui a única da minha família que nasceu com o lábio e o palato fissurados. Eu tenho 19 irmãos e irmãs e meus pais são fazendeiros. Uma de minha irmãs foi quem me levou até o Hospital Albert Sabin para procurar ajuda. Eu ainda preciso operar o céu da boca em uma próxima oportunidade, mas a cirurgia do lábio já fez uma grande diferença. Eu acho que eu estou mais bonita e agora consigo comer melhor.

set/2006